Numa velocidade…

O tráfego judiciário entre Maringá e Curitiba deve estar congestionado pra caramba.

Ontem fez um mês que os autos da ação civil pública em que o deputado federal Ricardo Barros foi condenado em primeira instância por ter simulado uma venda de coletores de lixo para o município de Luiziana saíram de Maringá, com destino ao Tribunal de Justiça do Paraná. Acredite: até agora eles não chegaram lá. Mas nada que uma denúncia ao CNJ não possa resolver…